Design


Baldanzi & Novelli“Design”, um termo atualmente tão difundido, tem em sua raiz um valor absoluto: a vida de todos. Sem perceber, todos nós somos envolvidos pelo “design”, em cada objeto, cada detalhe que o homem construiu e depois modificou para melhorá-lo pode ser entendido como um gesto de “design”. De uma agulha a um avião, da caneta esferográfica ao “laptop”.


Cada objeto que passa por uma rápida transformação foi objeto de um pensamento, de cultura, de comunicação, de ”design”.


Em todo o mundo, cada nação, ou singular comunidade, pôde desenvolver através de séculos a sua própria cultura, com diversos modos diferentes de interpretação para um mesmo objeto. Pensamos em um talher no ocidente e palitinhos no oriente. Em cada caso, uma forma de expressar a cultura, mas com a mesma funcionalidade.


A cultura moderna definiu o termo “Design” assim como é reconhecido hoje, de maneira frequentemente abusada. “Design” hoje está atrelado a tudo, a partir do momento que é definido algum tipo de pensamento estético.


Na Itália, esta moderna atividade é desenvolvida com facilidade muito maior, pela milenar história de necessidades, artes e artistas que se revezavam e enriqueceram este país. Da antiga Roma ao Renascimento italiano até os dias de hoje. O “design” italiano com seus grandes mestres nasce no pós-guerra, oficina de ideias e renovação, escola para todo mundo. Neste panorama, e sobre a onda da paixão, nasce na primeira metade dos anos oitenta o estúdio Baldanzi & Novelli.

Assim rapidamente emerge uma propensão para aquela que, nós mesmos definimos, estética da razão, ou seja, a obtenção de um movimento que defina de maneira precisa o trabalho do estúdio, do ponto de vista do reconhecimento do produto pela expressão deste estúdio, tomando-se sempre em conta as exigências das empresas, que estão sempre ligadas a nós.

Seguindo este princípio, Baldanzi & Novelli aceitou colaborar com a Flexform, empresa pioneira no setor, em um país interminável de grande prosperidade que é o Brasil. País certamente não privado de valores de arte, arquitetura e “design”.

Baldanzi & Novelli



Ergonomia


Novos conceitos de Ergonomia - TendÊncia - Ambiente de escritÓrio e seu mobilIÁrio.

Minha vivência no mercado de móveis para escritório tem me proporcionado participar deste momento de grandes mudanças conceituais de comportamento no trabalho e de ambientes de escritório. São mudanças culturais que significam quebras de paradigmas, pois trazem uma nova visão sobre design e ergonomia, com soluções que focam capital humano, ambiente e sustentabilidade.


Daqui para frente, a concepção de um ambiente de trabalho de escritório deve ser tão agradável quanto à sensação de estar no conforto de nossos lares. É por isso que vemos uma forte convergência entre o ambiente doméstico e o ambiente de escritório. E por que isso ocorre? Porque o tempo dedicado ao trabalho deve ter a mesma qualidade percebida à tranquilidade presente nos momentos em nossa própria casa.


Um ambiente de escritório confortável, bem iluminado e com equilíbrio das combinações de materiais e cores, com isolamento acústico e espaços devidamente estudados são fundamentais para um trabalho melhor e, consequentemente, mais rentável.


Hoje, o grande patrimônio das empresas são as pessoas. E esse patrimônio é a inspiração de um novo conceito de ergonomia, a holística, que estuda a interação do ser humano ao seu trabalho como um todo, com uma visão ampla, pois o foco não é mais apenas o produto, compreendendo o ambiente de trabalho inclusive na questão do lado psicológico do usuário, como nos movemos e pensamos.


Podemos contar com estudos de medicina do trabalho com relação à prevenção de doenças relacionadas ao trabalho, mas não tão somente na questão física (má postura, dores lombares, LER, DORT, etc), mas também com preocupação com o lado psicológico, emotivo e mental do usuário.


A humanidade cercada de tecnologias e excesso de informações, telefones, celulares, e-mail, internet, computadores, iphone, ipad, Skype, Messenger, GPS, esta sentindo falta do velho contato interpessoal, a interação e a comunicação. Por isso, hoje, no mundo, em escritórios contemporâneos e dinâmicos, são estudados o comportamento das pessoas, seus estilos e posturas, buscando sempre a promoção do bem-estar.


No conceito antigo de trabalho temos um estilo formal e posição estática do trabalhador focada no computador e com tarefas individuais, um único posto de trabalho fechado, com os antigos biombos e divisórias, sempre a mesma postura voltada para frente. Já no novo estilo, encontramos o trabalho mais integrado, reunindo-se, incorporando-se, apresentação mais casual, dinamismo, foco voltado para comunicação entre as pessoas, resultando em uma postura mais aberta, livre, expressiva e interativa.


Portanto, a nova cultura de trabalho de escritório necessita de projetos de novos produtos com design elástico – o produto se adapta sozinho conforme biotipo de cada usuário – acompanhando inclusive as mudanças de postura, com regulagens intuitivas no mobiliário e principalmente nas poltronas e cadeiras, por meio das quais involuntariamente o usuário consegue adequar o produto para seu melhor conforto.


Não há como negar que a responsabilidade maior destes novos conceitos fica apontada novamente para as cadeiras e poltronas de escritório, pois são esses produtos que efetivamente estarão dando suporte e acolhida ao corpo do usuário, sendo os companheiros de todos os dias, compartilhando todas as felicidades e tristezas. A cadeira ou poltrona deve se adaptar ao estilo e postura do usuário e não ao contrário.


Na prática, para as empresa do setor de móveis de escritório, deve remeter que seus produtos possam interagir uns com os outros. Os estilos dos produtos são minimalistas, com linhas retas como o mercado exige agora, o desempenho e as cores, com combinações e detalhes que personalizam sem excessos.


O ser humano, nesta constante visão holística, como um todo, também está extremamente preocupado com o planeta, tem a missão de protegê-lo para futuras gerações, produzindo produtos, no nosso caso mobiliário, com materiais e processos que utilizam pouca energia para transformação - e de preferência energia limpa -, com baixa emissão de carbono, materiais reciclados e recicláveis.


As empresas, por sua vez, para participarem deste percurso da evolução de mercado, deverão mudar completamente a cultura corporativa, imprimindo mais velocidade, gerando novas propostas, transformando constantemente para poder atender aos desejos dos clientes desta nossa sociedade contemporânea.

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